domingo, 7 de agosto de 2011

Aí bate aquela velha nostalgia, a hora do dia em que eu pego um livro velho, faço um chocolate quente, deito na cama e finjo ler. Palavras, leio, releio, imagino. Sorrio e lembro de você. Meu coração da uma aceleradinha e depois começa a bater mais devagar. Volto a ler. Engulo o choro, ainda não ta na hora. Um, dois, três, respira fundo menina, você agüenta. Bateu aquela saudade de sempre, aquela que fica escondida no meu peito. Aquela que transborda pelos olhos, que sai gritando, rasgando, dilacerando. Ouço passos na cozinha, minha mãe chegou. Enxugo os olhos, mando meu coração calar a boca, e me preparo pra mais um dia cheio de sorrisos sem vida.

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